Viagens corporativas: como a centralização reduz ruído operacional e melhora resultados

Viagens corporativas: como a centralização reduz ruído operacional e melhora resultados

Em muitas empresas, a gestão de viagens corporativas ainda é um dos pontos mais sensíveis da operação. Isso ocorre não apenas pelo volume, mas também pela descentralização, que torna os processos mais lentos, suscetíveis a falhas e difíceis de monitorar.

Quando cada viagem segue um caminho diferente

É comum encontrar organizações em que a solicitação de viagens acontece por e-mail, WhatsApp, ligações ou até planilhas, cada canal com suas regras, seus formulários e suas exceções. Essa falta de padronização gera inconsistência na coleta de dados, dificulta a rastreabilidade e abre margem para erros e atrasos.

Pense na sua realidade: quanto tempo sua equipe perde consolidando dados manuais? Quantos processos de aprovação ainda dependem de trocas de e-mail entre áreas distintas? Quantas vezes o reembolso é atrasado por falhas no envio de informações?

O impacto vai além do operacional

Essa desorganização afeta diferentes áreas:

  • Compras têm dificuldade em consolidar relatórios que ajudem a negociar tarifas mais vantajosas.
  • Financeiro perde visibilidade sobre o gasto real com deslocamentos.
  • TI e compliance enfrentam desafios para garantir que as viagens estejam dentro das políticas da empresa.
  • Gestores operacionais lidam com volume de mensagens que poderiam ser evitados com automação.

Além disso, a sobrecarga recai sobre secretárias, compradores e até o próprio colaborador que precisa da viagem para trabalhar, gerando estresse, gargalos e prejuízo à experiência corporativa.

Centralizar para transformar

A centralização das viagens corporativas é mais do que uma medida de eficiência. Ela é um passo essencial para:

  • Padronizar fluxos de aprovação.
  • Automatizar tarefas repetitivas.
  • Eliminar divergências de política entre áreas.
  • Consolidar dados em tempo real para decisões mais inteligentes.

Segundo dados da GBTA (Global Business Travel Association), empresas que centralizam a gestão de viagens conseguem reduzir em até 20% os custos operacionais relacionados a deslocamentos. Isso porque ganham controle, previsibilidade e capacidade de análise estratégica.

Mais do que controlar, é sobre evoluir

Centralizar processos não significa perder flexibilidade. Pelo contrário. Com as ferramentas certas, é possível adaptar regras por centro de custo, integrar com agências parceiras e garantir fluidez na experiência de ponta a ponta.

Mais do que eficiência, a centralização traz confiança, transparência e capacidade de escalar processos sem perder o controle. E, em um cenário em que as decisões precisam ser rápidas e bem fundamentadas, esses diferenciais são essenciais.

Como está a gestão de viagens na sua empresa?

Se a sua equipe ainda passa mais tempo resolvendo falhas do que planejando, talvez seja o momento de revisar como as viagens estão estruturadas hoje. Vale refletir: sua empresa está usando as viagens como um instrumento estratégico ou apenas “apagando incêndios” operacionais?

A centralização é um caminho viável, comprovado e cada vez mais necessário para quem quer avançar com segurança.

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